O prazer de questionar
Gullan Greyl é um pseudónimo. É o nome que atribuo a mim mesmo porque me diverte brincar com a virtualidade.
Desde cedo, sempre que me confrontava com dificuldades de toda a ordem, havia em mim a propensão para questionar o porquê de as coisas serem assim e não de outra maneira. Essas dificuldades tornaram-me um questionador que, com o tempo, desenvolveu o prazer de saber pelo puro prazer de saber.
Tornei-me autodidata, desbravando o mundo da literatura e explorando diferentes temáticas, alicerçadas nos quatro ramos do conhecimento que orientam este projeto: Ciência, Filosofia, Espiritualidade e Arte.
O conhecimento como meio
Na minha perspetiva, a função do conhecimento deve ser a de propiciar o Despertar da Consciência. Entendo essa Consciência Desperta como o nosso dom natural, permitindo-nos percecionar a nossa Identidade Original — uma perceção que associo ao culminar da experiência humana, conhecido como Estado Iluminado.
Vejo o conhecimento que não propicia esse despertar como cultura: conhecimento armazenado. Nessas circunstâncias, podemos tornar-nos enciclopédias ambulantes, com uma visão apenas horizontal e linear.
Mediante a Consciência Desperta, passamos a assumir uma visão panorâmica, movendo-nos tanto na horizontal como na vertical. Para mim, portanto, o conhecimento é um meio e não um fim em si mesmo. A partir de determinada altura, torna-se supérfluo.
Não se Trata de Saber Mais, mas de Ver Melhor
É com este espírito que partilho as minhas leituras e cuido desta Livroteca.
Gullan Greyl
Apresentação original: 9 de outubro de 2021.

